Exposições individuais

1993-Loja Municipal da Juventude, Paivas, Seixal
1995-Galeria de arte "O Ninho do Mocho", Corroios
1996-Real Fábrica, Lisboa
1997-Galeria Municipal - pólo de Amora, Seixal.
1998-Galeria Municipal de Miratejo;
    "   - Museu de Electricidade, Lisboa
1999-Montepio Geral, Almada
2001-Galeria Municipal Gimnásio, Lisboa
2002-Galeria Iosephus, Lisboa
2003-Galeria Barata, Lisboa
    "   - Átrio Ministério das finanças, Lisboa
    "    -Galeria Municipal de Corroios, Corroios.



Nasceu em Aranhas (Beira Baixa) em 1964.
Frequentou o curso de pintura SNBA
Formação essencialmente autodidacta.


 

Exposições colectivas

1993-Casa da Juventude, Seixal; Drive in Art, Seixal
1994-Galeria de Arte "O Ninho do Mocho", Corroios; Pémio de Pintura João Barata, Galeria Barata, Lisboa; Festa da Juventude, Quinta da atalaia, Seixal.
1995-Galeria Augusto Cabrita, Seixal; Salão de Outono; Prémio Artes, Seixal
1996-Prémio de Pintura João Barata, Galeria Barata, Lisboa; Instituto Militar dos Pupilos do exército, Lisboa; Galeria Augusto cabrita, Seixal; Convento de São Domingos, Montemor-o-Novo; Prémio de Pintura do Grupo Fidelidade Jovens Pintores, Culturgest, Lisboa
1997-Fundação da Juventude-Casa da Companhia, Porto; Fórum Mário Viegas, Santarém; IX Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira; X Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante; IV Bienal do Sabugal; Prémio Vespeira, Bienal de artes plásticas da cidade do Montijo; Galeria da Cervejaria Trindade, Lisboa; Prémio Nacional de Pintura Júlio Resende, Gondomar.
1998-Prémio de Pintura João Barata, Galeria Barata; Galeria Municipal de Corroios; Prémio de Desenho Américo Marinho; Galeria da Cervejaria Trindade, Lisboa; Galeria Parlatório, Lisboa; Galeria Maria Pia, Lisboa; Centro de Estudos Judiciários, Setúbal; Oficina da Cultura, Almada; Galeria Municipal de Fitares, Sintra; II Bienal de Artes Plásticas do Alentejo; Galeria Municipal do Barreiro; XI Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante; Associção de Jovens Empresários, Algés; Galeria movimento de Arte Comtemporãnea, Lisboa; V Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas.
2000-Prémio de pintura João Barata, Galeria Barata, Lisboa; Galeria Municipal de Fitares, Sintra; Galeria Vincent, Lisboa; VI Internacional de Artes, Vendas Novas.
2001-XII Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante
2002-Galeria do Centro de Estudos Judiciários, Lisboa; Prémio Vespeira, Bienal de Artes Plásticas da Cidade do Montijo
2004-Galeria Iosephus, Lisboa; Galeria Movimento de arte contemporânea, Lisboa

Prémios-Menção Honrosa (Prémio de Pintura João Barata 94); Grande Prémio e 1º Prémio de pintura Artes, pela associação do Seixal Artes; Menção Honrosa (Prémio de pintura João Barata 98).

O meu trabalho está representado em diversas colecções particulares e públicas, nomeadamente; Cãmara municipal do Seixal, Museu da Electricidade de Lisboa, Museu da cidade de Lisboa, ministério das finanças de Lisboa.


Os espelhos aquáticos, as transparencias em movimento, as remenicências de Monet no seu periodo dos nenufares, são lampejos fulgurantes que no meu universo artistico persigo como que em busca de um encanto cristalizado onde as cores me permitam a ilusão e a queda nos meandros contemplativos que a eternidade da natureza permite.



È a partida das semelhanças naturais para uma arquitectura congelada em planos de cor, em momentos de profunda meditação cromática que mergulham aos poucos na estratificação sintética que a memória simplifica, como se dum simbolo se tratasse.



Digamos que a  aventura se transforma conforme os caminhos e os resultados muitas vezes são apenas fracos lampejos que a fantasia persegue por entre as sombras do esquecimento.



Os produtos e a natureza do meu trabalho balançam entre um constante experimentar sem saber e um fazer o que já sei.


Nada do que a minha pesquiza me permitiu solucionar se parece de longe com o que ambiciono   concretizar.


De todo o grandioso substrato que o ser humano tem desenvolvido neste mundo, a arte é sem duvida  um dos vértices mais importantes e demonstrativos do que a sensibilidade pode ultrapassar em larga escala todas as outras futilidades que na generalidade se julgam mais importantes.


Sinto que no centro de todos os desejos existe uma necessidade de perfeição e de beleza, e seja qual for o aspecto que a mais grandiosa das almas possua, sem dúvida alguma que a arte faz parte da nevralgia do seu ser.


O que eu pretendo é apenas entender o conceito profundo, que cimenta e solidifica os pilares duma ambição tão grandiosa como o tempo e que a memória leva a concretizar, o amor pela beleza que só a vida e a natureza em aliança sagrada permitem,  na expressão mássima que o homem atinge e se cristaliza muitas vezes nos sentimentos, na musica, na cor e na liberdade que nunca se encontra.



E é profundamente azul
Como os abismos marinhos,
Como as lonjuras
Que a eternidade nos leva.



È o campo da cor com toda a sua grandeza espiritual que me permite introduzir no ambiente da pintura a presença do sentimento e da profundidade, aliados em misteriosa simbiose.
E se muitas vezes o espectador reconhece paisagens, elas são apenas interiores, libertadas por uma aleatória busca que submerge no oceano das memórias abandonadas e que se encontram á espera que a luz as regate do escuro do nada.



O que eu pretendo é regressar ao inicio, á inocência do fazer que liberta o sentimento e á tangência musical que a presença das cores no seu poder misteriso alimentam a fantasia pura dos náufragos perdidos no oceano turbulento da realidade.



 
 
ANTÓNIO JUSTINO
Técnica mista s/tela 150x90 cm
S/titulo
Técnica mista s/Tela 110x150cm
Reflexos
Técnica mista s/tela 160x160 cm
Deep Blue
Técnica mista s/tela 110x150 cm
S/titulo